Lançado oficialmente no dia 18 de maio, o videoclipe da a música Eu O Declaro Meu Inimigo que estará em O Fim Que Nunca Acaba, próximo disco do trio formado por Cannibal (voz e baixo), Neilton Carvalho (guitarra) e Cello Brown (bateria), previsto para agosto. A animação foi feita de forma colaborativa, em que 127 artistas contribuíram com imagens
A ideia partiu do animador e professor universitário Marcos Buccini. Cada convidado contribuiu com seis frames - o que soma meio segundo. A técnica usada para o trampo foi a rotoscopia, que nada mais é do que uma pintura em cima do frame. Na cabeça de Buccini, seriam entre cinco a dez artistas. Mas ele foi se empolgando e Eu O Declaro Meu Inimigo terminou sendo feito com 127 ilustradores, artistas plásticos, designers, animadores, artistas gráficos. De todo o Brasil.
“A técnica permite que os desenhos usem como base imagens já filmadas”, explica Buccini, que teve Thiago Delácio como codiretor. As filmagens ocorreram no estúdio da banda e no bairro onde vivem, Alto José do Pinho. Não houve “amarras” para os colaboradores, a não ser a restrição às cores preto e branco - e um pouco de vermelho como opção.
"Cada colaborador ficou livre para fazer o que quisesse com as imagens. Lápis de cor, aquarela, carvão, desenho digital, podia qualquer técnica. A estética também. Então, a cada meio segundo o clipe muda drasticamente, formando um caos de imagens ligadas pelo movimento e pela música do Devotos”, completa Buccini.
“A técnica permite que os desenhos usem como base imagens já filmadas”, explica Buccini, que teve Thiago Delácio como codiretor. As filmagens ocorreram no estúdio da banda e no bairro onde vivem, Alto José do Pinho. Não houve “amarras” para os colaboradores, a não ser a restrição às cores preto e branco - e um pouco de vermelho como opção.
"Cada colaborador ficou livre para fazer o que quisesse com as imagens. Lápis de cor, aquarela, carvão, desenho digital, podia qualquer técnica. A estética também. Então, a cada meio segundo o clipe muda drasticamente, formando um caos de imagens ligadas pelo movimento e pela música do Devotos”, completa Buccini.

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