Vício em celular: o que a neurociência já descobriu

Imagem de Anastasia Gepp por Pixabay

O smartphone revolucionou nossas vidas e, talvez, tanto quanto a escrita para nossos antepassados, mas trouxe junto um desafio - como ser digital consciente? 

A mestra e doutora em Neurociência pela USP com pós-doutoramento pela University of Chicago, Claudia Feitosa-Santana, conta o que os estudos científicos, principalmente os de Neurociência, já sabem sobre o impacto dessa tecnologia em nosso cérebro, corpo e comportamento. 

OBS.: Na língua portuguesa, utilizamos a palavra celular para o smartphone (telefone móvel + internet), mas também para apenas telefone móvel. Os estudos citados sobre tumor são especificamente para a relação entre o telefone móvel e tumores na cabeça.


Claudia Feitosa por ela mesma

Sou pós-doutora em neurociências integradas pela University of Chicago, doutora em neurociências e comportamento pelo NEC/USP, mestre em psicologia experimental pelo IP/USP, especializada em gerenciamento pela POLI/USP, graduada em arquitetura e urbanismo pela FAU/USP e engenharia civil pelo Mackenzie. 

Sou sócia da Neurociência e Desenvolvimento Humano, desenvolvo projetos de pesquisa no Hospital Israelita Albert Einstein, na Università degli Studi di Firenze, na USP, na Universidade Federal do ABC, no MAC USP. Fui professora de neurociência na The School of The Art Institute of Chicago (SAIC), a segunda melhor escola de belas artes do mundo. Estudo como o contexto influencia a percepção e o comportamento, das cores as decisões. 

Fui premiada por meus estudos pelo Pavlov Institute, Hospital Israelita Albert Einstein, International Color Vision Society e Universidade de São Paulo. Meu propósito: apresentar o conhecimento neurocientífico aplicável ao desenvolvimento humano, seja para indivíduos ou organizações.




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