segunda-feira, agosto 14, 2017

Zen budismo, (homo)sexualidade e ciência no Interdependente #3



Ciência, sexualidade e homossexualidade. Como o zen budismo encara esses temas?  Monge Genshô fala ao programa Interdependente - música e conhecimento, no dia 19.

Às 13h30, na Universitária 99.9 FM do Recife. Para quem é de fora da cidade, pode ouvir o programa pelo link www.interdependente.com .

Na parte musical: Schubert, Bach e Os The Darma Lóvers

sábado, agosto 12, 2017

Mundo sem velhice e povoado por super-humanos pode virar realidade


O transumanismo tem como objetivo fundamental a utilização ética da tecnologia para permitir significativas melhorias na qualidade de vida, além do prolongamento e superação de nossas limitações. Isso tornaria os seres humanos de décadas à frente mais fortes e mais inteligentes.

Por AD Luna

Num futuro não tão distante, pessoas poderão viver com ótima saúde física e mental por 150, 200, 500 anos, o processo de envelhecimento seria extinto ou revertido. A morte poderia ser opcional. Viagens e colonizações espaciais iriam se multiplicar. Não estamos falando de ficção científica, mas de uma realidade que já vem sendo discutida e vislumbrada nas últimas décadas por adeptos do transumanismo .

Esse movimento cultural, científico, político e filosófico tem como objetivo fundamental a utilização ética da tecnologia que permita significativas melhorias na qualidade de vida, além do prolongamento e superação de nossas limitações. Isso tornaria os seres humanos de décadas à frente mais fortes e mais inteligentes.

Na verdade, haveria o surgimento de uma nova espécie, algo como “pós-humanos”, “super-humanos”. Não a toa o símbolo H+ é utilizado para representar tal tendência. É como se aqueles seres presentes nas diferentes mitologias e em diversos filmes de super-heróis viessem a se tornar nosso eu futuro.

"Transumanismo e colonização espacial". Na parte musical, músicas do Neurotech, Post Human Era e Kraftwerk. Ouça o programa na íntegra.


Muita gente pode pensar em robocops. Não seria incorreto diante das perspectivas apresentadas. Um exemplo que pode ajudar a clarear mais esse futuro possível talvez seja o do personagem Steve Austin, de O homem de seis milhões de dólares.

A série norte-americana The six million dollars foi produzida e veiculada entre 1974 e 1978 pelo canal ABC e também exibida no Brasil. O ex-astronauta Austin sofre um acidente com aeronave pilotada por ele. As duas pernas, seu braço direito e o olho esquerdo são gravemente avariados e substituídos por versões biônicas. Assim, o herói passa a ter grande força, correr até atingir a velocidade de 90 km por hora e enxergar 20 vezes a mais do que a visão normal. Esse é apenas uma dos várias formas do que viriam a ser os inúmeros seres vislumbrados por transumanistas.

Abertura dublada de O homem de seis milhões de dólares


“A palavra transumanismo foi inventada por Dante Alighieri, na obra A Divina Comédia (século catorze) quando, num cântico específico, durante o processo em que Beatriz, a amada dele, passa após olhar para o fogo divino. Ele diz que beatriz se transumaniza”, explica Alexey Dodsworth. O escritor e pesquisador baiano é mestre em ética e filosofia pela USP e, atualmente, está realizando doutorado tendo o transumanismo como base, na Universidade Ca Fóscari, em Veneza, na Itália.

Na contemporaneidade, a palavra aparece no texto Transumanismo, de um cientista de sobrenome famoso: Julian Huxley, irmão de Aldous Huxley, autor do livro Admirável mundo novo.  Julian foi o primeiro diretor-geral da Unesco. “Neste artigo, ele escreve que a inteligência humana, a inteligência que nós possuímos, não nos concede mais direitos diante do mundo e da vida na natureza”, resume Dodsworth. Essa qualidade superior, na verdade, confere aos humanos maiores responsabilidades, deveres e obrigações para com a natureza e seres ao nosso redor.

Na tese de doutorado, que deve ser concluída em 2019, Alexey aborda um tema específico do transumanismo, bastante presente em filmes, séries e livros de ficção científica: a colonização espacial. Entre os questionamentos contrários, já previstos por ele, está aquele levantado frequentemente por quem se opõe (ou simplesmente não entende) à importância das viagens realizadas fora da Terra. Se temos tantos problemas por aqui, por que desperdiçar recursos financeiros além? Dodsworth argumenta que tal dilema é "completamente falso". O pensamento deveria ser o inverso: "investir em exploração espacial é melhorar o nosso mundo".

Entre alguns dos exemplos que sustentariam sua tese está a sugestão de que, em vez de impactar negativamente o meio ambiente terrestre com minerações (vide casos como o da Samarco), a busca por recursos extraídos do solo poderia ser feita em asteroides. "Pra quê vou minerar o nosso planeta, e destruir a natureza para poder ter, digamos, alumínio, ferro, quando posso conseguir isso em outro mundo, onde não existe vida nenhuma?" Essa preocupação com a vida e o meio ambiente na Terra é, de acordo com Alexey, um imperativo do próprio transumanismo.

Neurotech - Transuman


Críticas ao transumanismo

Naturalmente nem todo mundo se mostra empolgado com as ideias transumanistas. Há aqueles que as acham absurdas, não naturais e outros que se mostram receosos com a possibilidade dessas tecnologias se voltarem para o mal. Como lidar com isso? Numa recente apresentação do seu projeto na Universidade Ca Fóscari, Alexey foi questionado por um professor de filosofia, já idoso, talvez já beirando os 90 anos. O senhor se mostrava indignado e afirmava ser o transumanismo contrário à natureza, entre outras observações. 

"Eu ria porque, [enquanto] ele ia falando de tudo o que era 'antinatural', eu não conseguia tirar o olho do aparelho auditivo dele", recorda. Num momento seguinte, Dodsworth lembrou ao docente do recurso artificial que a ele auxiliava e questionou: "Por que, então, o senhor não aceita a naturalidade da perda da audição, decorrente da sua idade? O senhor não aceita porque não gosta. Do mesmo modo, se houvesse uma possibilidade de reverter todos os outros problemas relacionados à senescência, à velhice, garanto que todas as pessoas (ou pelo menos quase todas) que reclamam que o transumanismo mexe com coisas que não são naturais, estariam recorrendo ao transumanismo", aposta.

Alexey ainda informa que pensar sobre as ameaças e perigos futuros do uso de avanços científicos faz parte dos fundamentos filosóficos do transumanismo. "A tecnologia pode ser mal usada? Pode. Do mesmo modo que posso pegar uma faca, posso cortar um queijo ou posso matar meu vizinho. O problema não é da faca, [mas] de como eu a uso", argumenta.

Alexey Dosworth já esteve aqui falando sobre ética na exploração espacial, ficção científica, futurismo, astrologia e falácias. Leia e ouça mais.

terça-feira, agosto 08, 2017

Transumanismo e colonização espacial no Interdependente - música e conhecimento



Imaginem, num futuro não tão distante, pessoas vivendo com ótima saúde física e mental por 150, 200, 500 anos. Viagens e explorações fora do planeta Terra cada vez mais frequentes. Não estamos falando de ficção científica, mas de uma realidade que vem sendo vislumbrada e discutida, nas últimas décadas, pelos chamados transumanistas.

Para discorrer sobre esse tema tão intrigante, na segunda edição do Interdependente - música e conhecimento 2017, convidamos o pesquisador e escritor baiano Alexey Dodsworth. Ele é mestre em ética e filosofia política pela USP e, atualmente, está fazendo doutorado com o tema focado em transumanismo, na Universidade Ca Fóscari, em Veneza, Itália.

Alexey, inclusive, já esteve aqui falando sobre ética na exploração espacial, ficção científica, futurismo, astrologia e falácias.

Na parte musical: Neurotech, Post Human Era e Kraftwerk.

É sábado (5), às 13h30, na Universitária FM 99,9 Recife. O programa também pode ser acompanhado pelo site www.interdependente.com .

sábado, agosto 05, 2017

"Jornalismo, presente e futuro" na estreia do novo Interdependente - música e conhecimento

Foto: Alexas / Pixabay

"Hoje a lógica é pensar o jornalismo como uma atividade que pode ser exercida não necessariamente por um empregado de uma empresa. É uma atividade que pode ser 
gerenciada pelo próprio jornalista"

Adriana Santana, coordenadora do curso de Jornalismo da UFPE 


No céu a lua
Surge grande e muito prosa
Dá uma volta graciosa
Pra chamar as atenções
O homem da rua
Que da lua está distante
Por ser nego bem falante
Fala só com seus botões...

O homem da rua
Com seu tamborim calado
Já pode esperar sentado
Sua escola não vem não
A sua gente
Está aprendendo humildemente
Um batuque diferente
Que vem lá da televisão...

Por AD Luna

Esses são trechos da letra de Televisão, canção presente no álbum Chico Buarque de Hollanda - Volume 2, de 1967. A música marca a abertura da nova fase o Interdependente - música e conhecimento. Antes veiculado apenas na internet, o programa passa a ser veiculado todos os sábados, às 13h30, na Universitária 99,9 FM do Recife. Para quem está fora, pode acessar o conteúdo por meio do site www.interdependente.com

Como o nome já indica, o Interdependente tem a proposta de mostrar as  conexões entre a música e outras artes e áreas do conhecimento. Toda semana, além de nos iluminar com as luzes dos seus conhecimentos, participantes e colaboradores também pedem músicas relacionadas aos assuntos tratados ou que simplesmente sejam importantes em suas vidas.


A primeira convidada é a professora-doutora e coordenadora do curso de jornalismo da Universidade Federal de Pernambuco, Adriana Santana. Ela é também uma das apresentadoras do ótimo e necessário programa Fora da Curva, igualmente veiculado aqui na Universitária FM. 

Quem costuma navegar por redes sociais como o Facebook ou Twitter, muitas vezes se depara com comentários que falam sobre um suposto "fim do jornalismo". Adriana Santana discorda dessa visão pessimista. Para ela, o jornalismo tem mostrado evoluções, com maiores possibilidades de divulgação, por conta da internet - o que pode ser caracterizado como uma forma de "furar o bloqueio" das mídias tradicionais. 

Por outro lado, na opinião dela, os diversos comentários que falam do "fim do jornalismo" são importantes. Pois isso demonstra o aumento da posição crítica das pessoas. "Hoje, a possibilidade de você descobrir uma falácia jornalística é muito maior. É difícil que algum erro, algum desmando, não seja rapidamente ou facilmente descoberto".

Tendo em vista esse posicionamento de fiscalização diante do que é publicado, quais seriam as características do bom jornalismo? "Continua sendo aquilo que tenta desvelar algo que está muito bem escondido por algum motivo", expõe. "Ainda que desvirtuado, o objetivo principal [da atividade] é, ou deveria ser, o bem comum, o interesse público. Todo mundo que faz bom jornalismo, de alguma forma, tenta mudar alguma realidade para melhor", complementa a professora. 


Passaralho

Esse nome tão delicado é o termo usado, no meio jornalístico, quando ocorre demissão de vários profissionais ao mesmo tempo em redações de empresas de comunicação. Diante dessa realidade, a UFPE tem adotado uma nova estratégia na formação dos futuros profissionais. "A gente está tentando se afastar dessa ideia de que o jornalista precisa ser preparado, na universidade, única e exclusivamente para ser um empregado de veículo de comunicação", informa Adriana Santana. 

Segundo ela, a preocupação maior das pessoas responsáveis pelo curso de jornalismo da UFPE, e dos próprios alunos, não é só com o mercado. Isso não quer dizer, porém, que foi instalada uma guerra contra as empresas de comunicação. "Não é uma visão excludente, mas também não é uma visão exclusivista", enfatiza. "Hoje a lógica é pensar o jornalismo como uma atividade que pode ser exercida não necessariamente por um empregado de uma empresa. É uma atividade que pode ser gerenciada pelo próprio jornalista", aponta Santana.

Transparência editorial

Por meio da plataforma de cursos online Coursera, a Universidade  da Pensilvania oferece o curso English for Journalism. O conteúdo tem como principal alvo pessoas com nível intermediário na língua inglesa e não é restrito apenas para profissionais ou estudantes de jornalismo. Esse tipo de iniciativa, que procura ampliar o conhecimento de como funciona a atividade para o público leigo, é bem visto por Adriana Santana. Além disso, ela destaca a louvável e ética preocupação da "nova imprensa" em explanar seus modos de apuração, como determinadas reportagens foram produzidas.

"Também acho fantástico quando um veículo expõe em editorial, sem subterfúgio, sem eufemismo, mas muito claramente, o seu posicionamento político. Acho isso muito correto. É um exemplo [do que é feito] por jornais americanos, europeus. Nessa seara eles estão à nossa frente, porque são explícitos: 'nosso posicionamento é de esquerda, de direita, liberal'. Isso fica muito claro, muito evidente. E aqui [no Brasil] isso é completamente maquiado, negado", critica Adriana Santana.

Dicas de sites de jornalismo independente:






Ouça a edição #1 do Interdependente 2017




sexta-feira, agosto 04, 2017

Elza Soares e Pitty cantam juntas. Assista ao clipe de "Na pele"


Capa por: Eva Uviedo

Chegou às plataformas digitais, nesta sexta (4), a canção Na pele, cantada por Pitty e Elza Soares. De acordo com a cantora baiana, a música foi composta durante a produção do álbum SETEVIDAS (2014). "Mas, naquele momento, senti que essa música não pertencia àquela obra e deixei ela 'descansar'. Guardei e fiquei com ela na cabeça esse tempo todo". Depois desse "repouso", Pitty enviou a gravação para Elza, com a intenção de que a veterana artista a tomasse para si.

No entanto, Elza Soares sugeriu que as duas deveriam cantá-la. "Quando recebi 'Na pele', foi na pele mesmo que senti. Me arrepiei. Identificação total, cara. Quando li o trecho 'o olhar tentado e atento. Se essas são marcas externas, imagine as de dentro'. Ali tomei coragem e escutei, enlouqueci. Pitty é doce e rocha ao mesmo tempo. É como se de algum modo eu me enxergasse no olhar dela, uma Elza lá de trás. Estranho é que quando ela me olha, sinto como se enxergasse uma Pitty lá da frente. A música selou essa conexão maluca", conta.

quinta-feira, agosto 03, 2017

Interdependente estreia na rádio Universitária FM do Recife



Olá, povo! Olá, pessoas!
Interdependente - música e conhecimento é o nome do novo programa da Universitária 99.9 FM ,que estreia sábado (5/8), às 13h30. Na internet, ele pode ser acompanhado no site www.interdependente.com
Esta é "segunda temporada" do Interdependente, pois fizemos a primeira apenas na internet.
Como o próprio nome já indica, apresentaremos as interdependências, as conexões entre música, outras áreas da cultura e do conhecimento humano e, quiça, extraterrestre (é só entrar em contato, pessoal intergalático!).
Nesta primeira edição da nova fase, vamos falar de "Jornalismo, presente e futuro", com a professora Adriana Santana, da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco.
Na parte musical vai rolar: Paulinho da Viola e A-Ha (a pedido dela), além de Roberto Silva e Chico Buarque.
É isso! Vida longa e próspera para todas e todos!
😀🖖
Edição do programa: Gustavo Augusto
Foto: Daniel Pinho
Arte do cartaz: Alcides Burn

sexta-feira, julho 28, 2017

Chico Buarque lança nova música. Ouça "Tua cantiga"



A gravadora Biscoito Fino disponibilizou, nesta sexta (28), nas plataformas digitais, a canção Tua cantiga, que faz parte do álbum Caravanas, de Chico Buarque. O disco de número 23 do cantor e compositor chega às lojas no fim de agosto.

Tua cantiga tem letra de Chico e melodia de Cristovão Bastos, também responsável pelo arranjo e execução de piano. O baixo ficou no comando de Jorge Helder; Jurim Moreira é o baterista. A capa do single foi produzida por Letícia Leão.

quarta-feira, julho 12, 2017

Nervosa: mulheres entrevistam vocalista Fernanda Lira

Prika, Fernanda e Luana. Foto: Felipe Endrehano


Vocalista falou sobre novo disco, da emoção de tocar no Abril pro Rock e machismo. Ouça ainda entrevista com Krisiun, Mystifier, Voodoopriest, Violator e One Arm Way


Por AD Luna 

“Hoje tá muito mais fácil e espero que todas as desgraças que a gente sofreu, lá no começo com as ofensas, tenha tornado o ambiente mais calmo para as outras bandas de mulheres que estão vindo”. As palavras de Fernanda Lira, vocalista e baixista da Nervosa, sintetizam o sentimento que hoje impera no trio paulista de thrash metal. Aqui e ali, elas são ainda são alvo de manifestações machistas e sexistas. Mas a carga de preconceito e ignorância agora pesa menos, a ponto de a banda relaxar e realizar grandes apresentações pelo Brasil e pelo mundo.

quarta-feira, julho 05, 2017

O longevo rock de Renato e seus Blue Caps

Capa de disco lançado em 1963, com participação de Erasmo Carlos.

Por AD Luna

Formada três anos antes da Rolling Stones, banda de rock criada por Renato Barros é a mais antiga em atividade e completa 53 anos

No mês passado, o mundo comemorou meio século de vida dos Rolling Stones. A banda britânica de rock é uma das mais influentes e longevas do planeta. Porém, não é a mais antiga em atividade. Tal título tem sido atribuído a Renato e Seus Blue Caps, grupo carioca, amado pelo Brasil e pelos pernambucanos, criado em 1959 - portanto, três anos antes do conjunto do (ainda) rebolativo Mick Jagger e do (sempre) sisudo Charlie Watts. O guitarrista, vocalista e compositor Renato Barros, 68 anos (Nota: matéria publicada em agosto de 2012), é um dos principais responsáveis pela carreira de sucesso dos Blue Caps.

"Temos um título que não sabemos se é bom ou ruim. Mas que é verdade, é", reafirma Barros, por telefone, demonstrando muita simpatia e bom humor. A banda tem shows marcados para acontecer, hoje, em São Lourenço da Mata e Olinda, e, amanhã, no Clube das Pás, no bairro recifense de Campo Grande, onde deve apresentar alguns dos seus inúmeros sucessos a exemplo de Se você soubesse, Feche os olhos, Capeta em forma de guri, Não te esquecerei, Dona do meu coração, Meu bem não me quer, A primeira lágrima, Gatinha manhosa, Meu primeiro amor e muitos outros.

terça-feira, junho 27, 2017

Música sertaneja em festas juninas ainda é pouco!

Xilogravura do artista pernambucano J. Borges

Por AD Luna

Dei uma espiada em alguns dos debates referentes à invasão de artistas sertanejos nas grandes festas juninas públicas de cidades do Nordeste. Cantores, cantoras e instrumentistas do forró têm reclamado, via imprensa e redes sociais, da perda de espaço.

Para saber mais a respeito:



Tenho uma coisa a dizer, não só ao povo forrozeiro, como a toda população pernambucana, nordestina, brasileira, mundial e, quiçá, extraterrestre!

Caros protestantes, vocês estão fazendo a coisa errada. Como já dizia Jesus, no Evangelho de Tomás, capítulo 7, versículo 78: "Se não pode com eles, junte-se a eles!"

Em vez de tentar restringir a participação sertaneja nos festejos juninos, todos deveriam é aproveitar o som que "o povo quer ouvir" e aumentar a renda.

MÚSICA SERTANEJA EM FESTAS JUNINAS AINDA É POUCO!